Trilha show de bola! Não vou colocar a numeração correta do Cateye porque o meu parou no meio da trilha, e eu quase perdi ele! Quando cheguei no carro percebi a kilometragem errada e ele bambo quase caindo, sorte! Aproximadamente 50 km de pedal, o dia inteiro.
Bom, sabadim rolou a trilha das Borboletas em Rio Acima. Eu estava doido para conhecer este lugar, um dos mais bonitos que já passei, muitos trechos técnicos, subidas, descidas, empurra bike, estradão, cachoeira, um pouco de tudo!
Saímos uma turma de 16 pessoas do estacionamento de Rio Acima, em direção ao Viana, a maior parte integrante do Mountain Bike BH.
7 km até o Viana. e mais uns 8 até a escolinha. Agora todos já estavam com as pernas aquecidas e prontos para começar.
Do Viana seguimos o estradão. Até aqui apenas um pneu furado, do Xisto. Entramos na estrada até a primeira porteira.
Essa parte começa um dos visuais mais bonitos da região. Tomara que este local permaneça preservado por um tempo, antes das mineradoras acabarem com ele.
E vamos descer… parte boa! Depois de tanto subir, um descanso, acrescentando um pouco de emoção + cascalho + visual! Tá ótimo!
Depois das descidas começamos a parte “mata fechada” que eu ainda não conhecia. Seguimos por uma estrada e passamos por pequenas pontes sob riachos e porteiras, inclusive uma bem interessante onde podemos ver a placa: “Divisa de municípios Rio Acima – Caeté”:
Andando mais um pouco avistamos a cachoeira na montanha, já bem perto dela.
Pausa para o lanche e descanso. Poucos (inclusive eu) entraram na água gelada! Mas valeu a pena! Show de bola o lugar.
Vinicius
Eu (Leo)
Filipe
Mentex de camisa nova do Tartaruga’s
Mais um pneu furado na hora de ir embora, desta vez do Botinha. Faz parte!
Da cachoeira voltamos um pouco e seguimos uma estrada de terra. Ou pelo menos o que sobrou dela pois o mato parece que tomou conta de tudo, já que lá não passa carro, pois não tem como passar na ponte.
Primeiro desafio! Eu já tinha passado aqui uma vez com o Filipe, cheguei na ponte e voltei porque pensei: “não tem como passar aqui de bicicleta, muito arriscado”. Pois é, e era alí mesmo. Só que dando a volta pelo barranco. Fizemos uma fila indiana e começou o “passa bike”.
Um passa para o outro, “sobe”, “desce”, “molha”, “segura aí”, “cuidado”, e assim por diante, até passarem todas as 16! Ufa!
E olha que teve neguim passando sentado no tronco na ponte (sem bike, claro!)!
Do outro lado na ponte uma data: 1936
Resolvido, todo mundo do outro lado. Alguns entraram na água, o dia estava quente.
O desafio agora era encarar a “subida de pedra”, um empurra bike curto que foi aos poucos superado.
O Bruno vai ganhar o apelido de Tatu depois dessa:
No final da subida a corrente do Wlad teve problemas. Alguns minutos, troca um elo aqui, e tudo pronto.
Praticamente no final do passeio, apesar de faltar muito para chegar em Rio Acima. Chegamos na estrada do Mingú, alguns desceram por alí, outros pela estrada de terra da Fazenda. E o meu pneu furou na descida, aff…
Encontramos todos de novo em Rio Acima para uma deliciosa e merecida pizza + um bate papo!
Fim do pedal, valeu e até a próxima,
Leonardo Faria













































