
22/05/08 – Jaboticatubas – 7 Rios
maio 22, 200802/08/08 – Jaboticatubas – 7 Rios
Km total: 53.12 km
Média: 14.2 km/h
Tempo: 3:44:02 hrs
Bom, vou tentar relatar um passeio que fizemos em Jaboticatubas (no Parque Nacional da Serra do Cipó), chamado de 7 (sete) Rios. A trilha (ou estradas de terra) cruzam o Rio Jaboticatubas 7 vezes. A idéia é disponibilizar aqui no blog o percurso para quem quizer fazer, de bike, Jipe, moto, a pé! Passo a passo, aonde virar, como chegar em cada lugar para não ficar perdido. O passeio é um circuito, saímos de Jaboticatubas, passamos por São José da Serra e retornamos.
Sobre Jaboticatubas \ Como chegar: http://www.jaboticatubas.com.br/
Quatro malucos acordaram cedo e combinaram de pedalar! Arrumei uma carretinha emprestada para levar as bikes. Ficou um pouco estranho pois ela não é própria para isso, mas resolveu o problema. Saímos do Caiçara em direção a Jaboticatubas. Da esquerda para a direita: Luiz, Edemir, Filipe e eu tirando a foto.
Deixamos o carro na pousada Josephina no centro da cidade. Combinamos com o dono um lanche e um banho na volta. A pousada fica em uma praça na cidade, não é difícil achar. Descendo a rua e seguindo reto até outra praça iniciamos o nosso percurso, em frente a um posto de gasolinha, Ipiranga, atrás da prefeitura.
0 km – Posto
Zeramos o cateye nesse posto. Seguir reto, aí começa o percurso.
Você pode avistar uma placa, com entrada para à direita. Não entrar, continuar seguindo, direção à Almeida.
2.5 km – Começa a estrada de terra
Do posto até aqui é só seguir reto, aí começa a estrada de terra.
4.7 km – Porteira
Vai avistar uma porteira, seguir reto.
4.8 km – casinha, virar à direita
Esta parte não pode errar. Virar à direita, depois de passar na porteira. Tem uma casinha velha na esquina e um muro de palha, foto abaixo.
5.26 km – Primeira travessia
Esta é a primeira travessia do Rio. Depois de passar, logo em frente na foto abaixo, entrar na trilha à esquerda. Tem uma pequena entrada à direita, desconsidere.
6.08 km – Segunda travessia
Logo depois de passar o rio a primeira vez chega a segunda. Atravessar e seguir reto.
6.7 km – Terceira travessia
Mais a frente a terceira travessia, seguir reto.
7.85 km – Quarta travessia
Quarta travessia. Estas primeiras são todas perto umas das outras.
7.88 km – Virar à direita
Logo depois da quarta travessia virar à direita, em frente a árvore da foto abaixo.
8 km – Quinta travessia
Esta é a quinta travessia. Depois daí seguir reto na estrada.
Seguindo a estrada passa por uma porteira…
E segue reto…
9.03 km – Direita – estrada de terra
Até chegar em um portão de ferro à esquerda. A trilha acaba em uma estrada de terra maior, na foto abaixo. Virar à direita nessa estrada, subindo ela.
10.43 km – Bar sinuca
Seguindo a estrada chegamos em um bar (com paredes amarelas) à esquerda. Parada pro descanso!
E o cachorro que estava lá! O Luiz fez até um amigo!
Continuar seguindo esta estrada.
11.4 km – Esquerda – Igreja
Um km à frente tem uma entrada à esquerda, conforme foto abaixo.
Não tem erro, do outro lado tem uma Igreja.
Nesta entrada à esquerda você pode ver uma descida longa, seguir reto.
12.92 km – Muro de pedra / Porteira – Direita
A esquerda podemos ver uma fazenda com uma porteira e um muro de pedra (foto abaixo) quase com 13 km. A estrada continua reto, mas tem que virar à direita, subindo, em outra estrada de terra. Parece um “T”.
14.3 km – Entrada de terra à Esquerda
Pouco mais de um km subindo tem uma pequena entrada à esquerda na estrada. Se não entrar aí pode entrar mais para frente também, mas corta um pequeno caminho. Foto abaixo, e de frente para a entrada.
15.34 km – Portão de ferro – Seguir reto
Bom, seguindo a estrada você pode avistar um portão de ferro à esquerda, praticamente o final da subida, foto abaixo.
20.1 km – Estrada de terra – Esquerda
Começam a aparecer algumas casas, no final da estrada entrar à esquerda, foto abaixo. Mais 200 mts e chegamos em um bar.
20.33 km – Estrada de terra – Esquerda
Parada para o descanso, ao chegar neste bar:
Comemos alguma coisa lá e tomamos um Gatorade, a fome estava chegando. Depois do bar seguir a estrada à esquerda dele, em direção a São José da Serra.
22.22 km – Porteira \ Casa à direita
Depois de sair do bar e seguir a estrada continuamos pedalando mais 2 km. Chegamos em uma porteira. Tem duas casas à direita, mas parecia que não tinha ninguém dentro. A vista lá do alto é muito bonita.
Logo começamos a descer e adivinha: pneu furado! Lá vamos nós trocar…
25.46 km – Poste / Bifurcação – Direita
Depois de passar por uma porteira tem uma bifurcação na estrada. Na verdade a estrada continua para a esquerda, mas temos que entrar à direita, ao lado de um poste em uma trilha pequena, foto abaixo.
25.66 km – Sexta travessia
Depois de entrar nesta trilha chegamos a sexta travessia.
27.10 km – Sétima travessia
Última travessia. Esta parte é a única que pode passar por cima de uma ponte sem entrar na água. Foto abaixo.
São José da Serra
Depois desta ponte chegamos a São José da Serra. Logo na entrada um descampado bem grande e algumas casinhas. A esquerda tem um bar onde paramos para almoçar, Restaurante da Cristina. Foto abaixo.
Além de restaurante lá é pousada também. Muito bonito, tem uma lagoa, e uma ducha natural, além da comida caseira no fogão à lenha.
Depois de sair do restaurante é só seguir a estrada em direção as casinhas.
32.55 Km – Estrada de terra – Esquerda
Andamos um pouco depois do restaurante sempre na direção da estrada principal. Na hora que chega no km 32.55 tem uma entrada à esquerda, depois de uma pequena subida, entrar nela. Foto abaixo.
Seguindo esta estrada chegamos naquele muro de pedra da fazenda de novo, onde viramos à direita no km 12.92.
43.90 Km – Estrada de terra – Bifurcação – Esquerda
Aí tem duas opções, voltar pelo mesmo caminho (seguir reto), ou subir novamente a mesma estrada à esquerda e pegar outro caminho lá em cima ( o que fizemos ).
Estamos chegando ao final, agora é só seguir esta estrada direto. Uma pequena subida já no final do passeio. Lá do alto podemos ver um pouco da cidade…
No final da estrada chegamos novamente no posto de gasolina e depois de volta a pousada. Lá tomamos um bom banho e um lanche da tarde bem servido. Ótimo!
O passeio foi bacana e o lugar é muito bonito. É um percurso bem tranquilo sem necessidade de fazer com pressa, e sim apreciando a paisagem. O pessoal da pousada nos recebeu muito bem e a comida estava ótima.
Bom, para quem quiser uma planilha mais completa tem essa aqui retirada do site Jabó Off Road. Tem um mapa também.
Outras informações sobre a trilha.
Espero que alguém consiga fazer seguindo estas informações. Se sim, me comunique!
Até a próxima,
Leonardo Faria





































JÁ ACAMPEI NO MURO DE PEDRA, É MUITO SHOW E O RESTAURANTE DA CRISTINA TEM UMA COMIDA…
O LUGAR É MUITO LINDO SHOW DE BOLA VCS TEM Q CONHECER O FAMOSO “RALA BUNDA” UMA BELISSIMA CACHOEIRA DEPOIS DO MURO DE PEDRA OTIMO PARA UM BANHO MUITO GELADO.
SDS
Gostei demais desse site, ainda mais porque sou de Jaboticatubas.Estou bolando um site, fazendo um trabalho de faculdade e escolhi a minha bela cidade.
Parabéns.
Boa tarde!
gostei muito do site!
Gostaria de um dia poder fazer uma boa aventura assim, vou visitar a cachoeira do rala Bunda em breve, de vez em qnd organizo umas viagens com uns amigos!
Parabéns pelas fotos e pelo roteiro!
Ótimo lugar, belas paisagens!
Bjos
Ana Paula
Depois de quase nove horas de pedal bruto, coseguimos (Eu e meu irmão) completar (cateye 4h 12’58″)! Tivemos alguns contra-tempos: 2pneus furados, caimbras desde o km20, alguns erros de navegação…, mas chegamos!!!
Muito bom o passeio, lugares maravilhosos, natureza sem comentários…
Obs: Para os bikers desavisados melhor avaliar bem seu preparo físico, estudar bem o trajeto, levar muitos repositores de energia, se possivel deixar um carro de apoio, pois o trecho tem muitas descidas e subidas ingremes e gigantescas.
Recomendo apenas para bikers com bom preparo! Vale muito a pena. Assim que me recuperar pretendo repetir!
Valeu, muito boa a dica!
Abraço
Leonardo,
Parabens pelo relato desta trilha. Eu e meu irmão a fizemos este final de semana e suas informações foram fundamentais.
Sofri muito nas subidas, principalmente porque tive muitas caimbras,mas valeu a pena.
Abraços
André